blog reativado

Olá, caro leitor (você provavelmente é o único, mas não se sinta só. Sinta-se único!)

Para aumentar a quantidade desnecessária de informação que você recebe por dia, em breve pretendo reativar esse blog.

Aguarde!

just like heaven

show me
show me
show me
how you do that trick
the one that makes me scream
she said
the one that makes me laugh
she said
and threw her arms around my neck

show me how you do it
and i promise you
i promise that i’ll run away with you
i’ll run away with you

spinning on that dizzy edge
i kissed her face and kissed her head
and dreamed of all the different ways i had
to make her glow
why are you so far away?
she said
why won’t you ever know that i’m in love with you?
that i’m in love with you?

you
soft and only
you
lost and lonely
you
strange as angels
dancing in the deepest oceans
twisting in the water
you’re just like a dream…
you’re just like a dream…

daylight licked me into shape
i must have been asleep for days
and moving lips to breathe her name
i opened up my eyes
and found myself alone
alone
alone
above a raging sea
that stole the only girl i loved
and drowned her deep inside of me

you
soft and only
you
lost and lonely
you
just like heaven

fragments of freedom

o mundo está em guerra, meu amor

vamos para a guarda, viver de filhos, de céus estrelados

plantar tomate, assar pão, amar de tarde, parar no portão

ler romances, conversar

tomar banho no mar, sem sabão.

e nem lembrar que o mundo está em guerra, meu amor…mas nós não.

(para o primeiro ano do nosso amor)

chokito ou postan?

 Sei que não há nada mais de novo a ser dito sobre TPM debaixo do sol. Mas ainda cometo atos nada originais de pura insanidade, choro o choro mais angustiado dos aflitos, penso de verdade que tudo vai acabar. Felizmente um pouco de maturidade adquiri com a experiência: eu sei que não vou morrer, e que o mundo não vai acabar. não morri até hoje, e já somo 22 anos desde a primeira menarca. 

Alias, acho esse nome horroroso. (pensando agora, talvez eu não goste de biologia por uma questão estética). Hoje o professor de natação, que odeia piscina, me contou que as meninas que têm sua primeira menarca mais tardia são as que mais crescem…imagina o que seria de mim se não tivesse me tornado “mocinha” aos 11…

Eu estudava na quinta série do Colégio Bandeirantes, e batia figurinha sentada na calçada com um menino ruivo que se dizia neto do Alfonsín; e quando descobri o que tinha me acontecido, fiquei arrasada. Uma porque não lembro de ter sido preparada para o evento. Minha mãe era mulher com tanta naturalidade que acabava esquecendo que para mim era tudo novidade. E das piores.

A primeira “visita” já veio acompanhada de cólicas. Eu era tão inexperiente que não entendi a dor que sentia. Era uma dor inédita, desconhecida, assustadora. E ainda tinha o “psicológico” pra lidar, já que não era um dos meus sonhos deixar de ser moleque para andar com enchimento no sutiã.

Enfim, hoje essa velha conhecida dor me assalta novamente, fico entre o Ponstan e o Chokito. E sempre escolho os dois, pois nunca conheci alguém que gostasse de sofrer.

Minto, tem um cara na Bíblia que fala que prefere o sofrimento, pois é quando Deus se mostra mais presente. De fato. Mas a cólica ele nunca experimentou…

“É como se o Super Homem estivesse saindo da liga da justiça, sabe?”

Estou quase certa de que uma das maiores bênçãos que se pode ter na vida é uma relação bonita com um irmão. Eu nunca quis ter irmã, e muito provavelmente devo ter sentido ciúmes à medida que a barriga da minha mãe crescia, juntamente com sua devoção aos novos bebês.  

Fui abençoada com dois bonecos vivos, que cresceram (mais que eu, inclusive) para se tornarem meus melhores amigos, para com eles formar uma liga da justiça, um clã, uma quadrilha, um clube dos 3, uma sociedade secreta, um grupo de subversivos da ordem paterna e materna. 

Eu tinha acabado de chegar em Jericoacoara e liguei para meu irmão com quem dividia o apartamento na época para avisar que estava viva e morrendo de calor. Mas quase morri quando ele comunicou meio feliz meio tenso: pedi a Lu em casamento! 

Desnecessário dizer que a Lu era a cunhada dos meus sonhos…mas nem isso impediu de sentir o choque da separação iminente. 

Deus é tão bom, gente, não duvidem! Ele foi me preparando aos poucos para todas as coisas novas que iriam acontecer nessa que chamo vida. Lembro que nossa relação começou a mudar, mesmo diante dos protestos e negações do meu irmão. Providencial o aviso de uma amiga: “galega, ele ta mudando e ainda vai mudar mais quando se casar. Com meu irmão foi a mesma coisa.”  De fato, mudou tanto que se mudou pra Belo Horizonte. De vez em quando me pego nostálgica, saudosa do nosso tempo de amigos inseparáveis. 

 No dia do casamento, o mais lindo que assisti até hoje, eu chorei sem parar. Não lembro de uma palavra que o pastor disse, mas lembro que a comoção era generalizada. Foi muito emocionante ver dois amigos de infância descobrirem o amor e se casarem.

 Sábado passado foi a vez de eu perder mais um amigo. Fui madrinha relutante, avessa que sou a eventos sociais em geral. Meu par no altar era o irmão mais emotivo e sincero deste meu outro ex-melhor amigo. Choramos ambos como se estivéssemos em um funeral. Pudera, mais um que muda e muda. Já está praticamente instalado na cidade maravilhosa, para onde levará sua noiva, tirando-a de sua irmã e amigas, que podem querer assinar embaixo dessa crônica. 

Depois da troca de alianças e antes do beijo, o irmão abandonado olha pra mim e diz: “é como se o Super Homem estivesse saindo da Liga da Justiça”…  Choramos de braços dados a caminho da festa, avisando aos demais padrinhos que estávamos felizes, muito felizes… 

Salve Cédric e Keyla!  

pequenas cenas II

No centro da cidade, em meio a camelôs, ambulantes e mulheres subindo, descendo e atravessando as ruas carregando sacolas e crianças cansadas, vi você e Cláudia, caminhando de mãos dadas, sol quente, ela tomando água de uma garrafinha plástica.

……………………

Eu te vi esta tarde. E ainda não sei se foi real. Tive a crise, me faltou doçura, fiquei intranqüilo e paralítico diante de tua imagem. O calor deformava o ar e faltaram-me os sentidos. No vazio do desmaio, pensei que poderia ter comido algo antes de sair, como a Claudia me havia recomendado, ou ao menos ter cogitado a possibilidade de te encontrar por acaso. Por destino. Ou por castigo.

……………………

O sol me cegava. Não queria ter ficado de óculos escuros. Queria ter reagido mais espontaneamente, mais feliz. Não entendi muito bem nada. Era o sol. E meus óculos me cegavam, nem sei como. Talvez me protegessem. Lembro de ter focalizado algumas vezes sua testa suada, a barba comprida, sua mão de unhas lixadas no ombro de Cláudia. Nunca os olhos ou a boca. Alguns espaços fechados, suas costas, o chão.  Por ironia, o reflexo da luz me impedia de enxergar Cláudia, como se ela não estivesse presente. Mas ela me olhava, eu podia sentir. Percebi que ela também não queria ver você. Fugia de sua feição perturbada e de seu olhar, que indisfarçadamente ansiava pelo fim do encontro, quando tudo voltaria a ser seguro e confortável, ainda que sob constante ameaça de suas brutais variações de humor. 

……………………

Eu olhava para ela, nunca para você. Não podia admitir que não tinha me preparado para a hipótese de encontrá-la por acaso. Por destino. Ou por castigo. E quando senti sua mão mais pesada em meu ombro, não me dei conta de que te carregava, você duplamente em mim…Seu filho e você, dentro e fora de mim…E ainda pude pensar na estranha poesia dessa observação… 

……………………

Agarrei-me nos ombros de Cláudia, disfarçando a dependência de que já havia me dado conta. Sem Cláudia, você jamais seria possível. Deus me perdoe por te amar dessa maneira. E, te olhando novamente (covardemente), percebi tua presença calando a rua num silêncio de brisa quentíssima. No pouco que vi dos teus olhos antes que um raio de sol os afugentassem para trás das lentes, me vi perdido. Inevitavelmente perdido e triste.  O calor que não mais sentia, a falta de alimentação, o amor nutrido às escondidas, o peso do silêncio e do inesperado embate entre minha mente e uma possível realidade, culminaram em um desmaio. “Fui para Netuno, invisível…” eu diria, se ainda pudesse ao menos te fazer sorrir.  Quando voltei-me à Cláudia, perdi toda verdade. Me perdi em tua verdade. Revelei o quanto te quero num desmaio irresponsável, me amparando, me perdendo, sucumbindo. Acho que chorei. E já não podia mais me ver.  

gatos

Meu problema com gatos: eles me olham fixamente e nada dizem. Isso não seria necessariamente um problema se eu entendesse a mente dos felinos. Pois um homem-gato, quando me olha fixamente sem nada dizer, me diz muito.

Contei emocionada a história da gata que foi batizada em minha homenagem por um amigo muito querido. Com tanto entusiasmo ele me convidava a conhecer minha xará que, aos poucos, foram rareando minhas desculpas e justificativas para não prestar a tal visita.

Tive, então, que confessar o medo: Sim, eu tenho medo de gatos. No entanto, no lugar na simpatia que todo fóbico espera receber diante da confissão de sua fraqueza, só fiz aumentar a insistência desse meu amigo: “Mas ela é uma gata muito dócil, muito tranqüila, como você, meu amor…deixa de besteira…ela não vai te machucar, eu garanto”.

Não houve escapatória. Era uma sexta-feira a noite do confronto.

De fato, a gata era linda: pêlos branquíssimos e olhos azuis…combinação que o inspirou na escolha do nome e que me deixou lisonjeada diante do elogio vivo à minha frente que, em um primeiro momento, parecia não se importar com a presença de sua homônima.Quase confiante, sentei em um sofá de frente para ela, que, embora permanecesse indiferente, já começava a esboçar aquele olhar de gato a procurar o medo que meu olhar tentava disfarçar.

Mas não tardou para que meus pressentimentos se tornassem uma realidade constrangedora: em um salto apenas, ela estava no meu colo. E fui tomada de pânico.

Meu amigo a chamava ao mesmo tempo em que tentava me tranqüilizar com aquelas frases típicas de donos de animais, “Ela é mansinha, Lôra….Lôra, vem cá com o papai….Calma, Lôra, ela não vai fazer nada, ela só quer carinho…Lorinha, Lôra, olha pra cá, olha…vem cá com papai…ô meu bebê, eu só quero carinhooo” e eu já me sentia incapaz de discernir quando ele falava comigo ou se dirigia ao animal, que evidentemente não havia sido educado a pedir afagos de forma mais discreta.

mesmo os animais mais domesticados não são ensinados a dissimular suas carências…

Mas o terror se instalou mesmo quando o bichano se impacientou com minha frieza diante de seus apelos e passou a esboçar movimentos extremamente ameaçadores com suas patas, que escorregavam da altura de meu pescoço até meu abdômen, contraído de pavor.

Eu pedia baixinho, com medo de ofender a gata, que por favor, Rubi, me tira ela daqui, por amor…misericórdia, ela tá me arranhando…E ele ainda tentava me convencer de que, se eu alisasse a cabeça de algodão do felino, ela se aquietaria e eu teria a oportunidade de conhecer os prazeres de acarinhar um animal e me livrar do medo.

E eu pensava, por que a vontade dela e não a minha? Até que um ímpeto de compreensão e bondade levou meu amigo a retirar a gata do meu colo e, ele mesmo suprir aquela necessidade irracional de toque.

A gata se alojou, então, a meus pés e lá continuou até vislumbrar outra oportunidade de saltar de volta ao meu colo, e quase me provocar uma parada cardíaca pelo susto. Susto que, dessa vez, foi sucedido de um berro estridente e um involuntário empurrão….iúúúúúúúú-aaaaaahhhh!! socorro!

Lembro-me de que era uma noite de verão e as janelas do apartamento estavam todas abertas. A vista do 4º andar daquele edifício era um mar de sobrados e casas térreas da Vila Madalena, e os primeiros edifícios mais altos só podiam ser avistados ao longe.

Após minha talvez desproporcional reação ao susto, a gata, em uma manobra absurdamente ágil, saltou do meu colo ao sofá, do sofá ao parapeito da janela e de lá para a noite.

A cena deixou a todos atônitos…Não coube o riso diante da perplexidade do meu amigo. Ficamos em silêncio por alguns instantes até que alguém sussurrou: Lôra?

Senti que era o momento de encerrar a visita e fui compelida a me desculpar com meu amigo que, inconformado, tentava imaginar o trajeto da gata sobre os telhados, e se perguntava se ela teria morrido na queda…ao que os amigos o acalmavam lembrando da habilidade característica dos felinos e acrescentando episódios e histórias semelhantes de outros bichanos que haviam sobrevivido em circunstâncias envolvendo alturas ainda maiores.

Meu amigo me acompanhou até meu carro estacionado na rua e justificava, como que para si mesmo, que sua insistência no convite era pelo entusiasmo da homenagem… Quando liguei o motor do carro, ainda pude ouvir seus gritos de pai desesperado: “Lorinhaaaa, Lô-raaa, cadê você??”

Mas, contei essa história de forma ainda mais dramática, enfatizando os confrontos que a gata propunha apenas encarando-me com seus olhos azuis indecifráveis, desta vez na tentativa de dissuadir Maria, uma colega de trabalho, da idéia de nos reunirmos em sua casa para o jantar.

Coincidência ou maldição, ela também vive na Vila Madalena e há anos repete o mesmo convite para conhecer seu adorável casal de gatos vira-lata: Regina e Otávio. Seus contra-argumentos à minha história foram certeiros: Regina é cega e manca de uma das patas dianteiras e Otávio é sociofóbico. Invariavelmente se esconde da presença de qualquer humano.

Agradeci o convite com um longo abraço, finalizado com meu olhar de gata escaldada: Maria, eu tenho medo de gatos. Vamos a uma pizzaria?

pê-ésse: para mon chat, o único 

a inconveniência de ter coragem

não tenho nem o direito de reagir mal ao comentário que li sobre um texto supostamente religioso que escreveu um colega, (que na verdade nunca conheci, mas com quem certamente passarei a eternidade)…como chegar para um cego e, de maneira irritada dizer, “voce é cego, não tá vendo?!”?

confessar sua fé não é necessariamente tarefa para literatura ou filosofia, com todo respeito devido ao colega (que obviamente tambem nunca conheci)Kierkegaard…confessar sua fé em Jesus Cristo é o caminho pra salvação.

 lembro que logo que entreguei minha vida a Jesus eu estudava a Biblia e os teólogos com um desejo enlouquecido de “convencer” meus “amigos perdidos”. geralmente, quanto mais preparada me sentia para um embate teológico, menos eu conseguia elaborar uma frase de efeito, repetir uma citação, ou mesmo uma referência Biblica.

eu comia a Biblia, mas não como Daniel ou João. eu comia pensando que seu conteúdo fosse direto para minha mente…ledo engano. armadilha fácil…o Senhor fala pelos humildes para envergonhar os sábios deste mundo…

embora eu muito goste de falar, hoje em dia me ocupo mais de viver Cristo. claro que o bom e velho evangelismo corpo a corpo é uma delícia, contar do amor de Deus para as pessoas e ver em seus olhos reações de incredulidade, e muitas vezes de perplexidade, se tornou um dos meus exercícios prediletos, ainda que eu não tenha alcançado a tão desejada boa forma.

não tenho mesmo como reagir mal, embora este texto seja uma inegável má reação…na verdade, é mais um convite ao meu amigo cristão que me lê, express yourself!…fale do seu amor por Deus, fale de sua gratidão pelo amor dEle por você, divulgue Suas maravilhas, faça ecoar seus admiráveis feitos, conte aos seus filhos sobre o Seu caráter…

e não se preocupe tanto em ser lírico, afinado, estético…o mundo ha de passar, e com ele tudo o que há…só o Amor ficará.

para sempre.

Soli Deo Gloria

pequenas cenas

sentou no canto esquerdo da sala de aula, completamente molhado. era a segunda camiseta que enxarcava de suor naquela noite. porque lhe custava tanto tirar a máscara? se perguntou enxugando a testa, sentado no chão que poucos instantes atrás tinha lambido por ordem de seu algoz. desgraçado! desgraçado! nanico filho de uma mãe sem honra. viado sujo, se não fosse a câmera, teria agredido ele de verdade. será que existe mesmo um rosto alem das máscaras? cara de bebê chorão o cacete!…e começou a chorar.

chorou e desta vez com uma sinceridade de que nem mesmo ele se julgava capaz. chorou todos os choros que sufocou desde criança. e, enquanto sinceramente chorava, pensou se não o fazia para chamar a atenção do pessoal, que ja se preparava para ir embora, era quase 11 , o rapaz da recepção não podia perder o ônibus.

o professor o olhou sem compaixão alguma. aquele risinho de canto de lábio o irritava mais hoje que antes. ele é um sacana. mas essa era apenas uma outra máscara: o professor de teatro malandrão, que fazia não mais que revidar as humilhações e sofrimentos que passara quando ainda era um aspirante.

olhou no relógio, 11:01. o motorista ja o esperava na porta. fazia questão de sair quando todos ja tivessem se despedido na porta com selinhos que selavam o quanto eram livres, disponíveis e sinceros. quanta máscara…

mas será que existe um rosto além das máscaras? se perguntou, fechando a porta do carro, ainda enxugando uma ultima lágrima, que não sabia se sincera, ou de efeito.

if you love me, please be kind

eu li agorinha, quando nem buscava nada pra ler, um amigo de uma amiga, que escreveu sobre olhar e sobre o machado, meu amante, coisas simples e bonitas, (menos é mais), etc.

não cheguei a me inspirar, pra falar a verdade tem sido difícil pra mim manter qualquer tipo de comunicação, pois ando com todos os canais ocupados com o amor…o amor me convidou a vivê-lo, mas confiscou de mim todas as palavras. Não sei mais poetizar nada. Nem responder carta…

o ano novo começou igualzinho ao antigo. se bem que não…no ano novo passado eu não fiquei enrolando pra levantar da cama, nem passei horas lendo minha Biblia amada, tambem não sai de mãos dadas com o namorado para dar uma volta no bairro, não almocei com ele no vegetariano e não deixei ele no metrô pra trabalhar. No ano novo passado eu nem sabia a cor do amor, e que perfume bom ele tem na boca…

eu ja comecei a agendar encontros para essa semana, ao mesmo tempo que fui me dando conta tardiamente de uma realidade sempre desfrutada por praticamente todos os meus amigos: quem ama some.

mas quem ama quem ama, deve ser gentil e compreensivo como eu sempre fui…mas com direito a reclamações.

ah, bom, eu ia só escrever que vou copiar abertamente a idéia da Ruiva de escrever sobre pessoas. vai ser meu album de retratos anônimos.

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